Prasterona

Bem estar psicológico, desempenho cognitivo e condicionamento físico, além de ações anti-inflamatórias e imunomoduladoras.

A prasterona, também conhecida como dehidroepiandrosterona, juntamente com sua forma sulfatada, sulfato de dehidroepiandrosterona, são os hormônios esteróides mais abundantes no organismo humano e são importantes precursores na biossíntese de andrógenos e estrógenos. Além de ser substrato para outros esteróides, a dehidroepiandrosterona em níveis fisiológicos está implicada em uma série de outras funções no organismo, incluindo bem estar psicológico, desempenho cognitivo e condicionamento físico – como força muscular e densidade óssea – além de ações anti-inflamatórias e imunomoduladoras.

Os mecanismos exatos pelos quais a dehidroepiandrosterona exerce suas ações ainda não foram completamente elucidados. Contudo, tem sido demonstrado que a dehidroepiandrosterona age indiretamente em tecidos-alvos como precursora para a formação dos hormônios esteróides, como estrógenos e testosterona, sendo esta conversão relacionada com as enzimas esteroidogênicas expressas no tecido. Dos andrógenos totais produzidos na próstata de homens adultos, 50% derivam deste precursor adrenal, ao passo que em mulheres, essa relação é de 75% dos estrógenos para período anterior a menopausa e 100% na pós menopausa.

Efeitos diretos da dehidroepiandrosterona também têm sido descritos, uma vez que a dehidroepiandrosterona tem sido capaz de desencadear mecanismos de sinalização celular pela ligação aos receptores de membrana, receptores celulares não específicos ou ainda pela interação com proteínas plasmáticas. Estes achados evidenciam o conceito de que alguns dos efeitos da dehidroepiandrosterona são independentes da sua conversão a andrógenos ou estrógenos. Como exemplo, podem ser citadas as ações da dehidroepiandrosterona como neuroesteróide, exercendo efeitos neuroprotetores e neurotróficos ao modular os receptores dos sistemas de neurotransmissão. Além disso, efeitos sobre a função de células endoteliais com atividade vasodilatadora e a interação com os diferentes tipos celulares e enzimas associados ao sistema imune, também tem sido descritos como respostas diretas estritamente relacionadas à dehidroepiandrosterona no organismo.

  • Memória e humor em homens saudáveis
  • Restauração dos níveis fisiológicos em idosos
  • Saúde cardiovascular
  • Composição corporal
  • Função sexual e sintomas da menopausa
  • Fertilidade feminina
  • Insuficiência adrenal
  • Restaura os níveis hormonais de dehidroepiandrosterona em situações de déficit, como envelhecimento
  • Precursor na biossíntese de andrógenos e estrógenos tratamento da atrofia vulvar e vaginal em mulheres após a menopausa.

Posologia

Uso oral: 25 a 50 mg ao dia
Uso intravaginal: 6,25 mg/óvulo (base graxa)

Sugestão de excipientes para cápsula: celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, gelatina, amido pré gelatinizado e suas misturas em suas devidas proporções.